Que Deus possa estar no teu coração 24 horas por dia.


Desejaria eu, de qualquer maneira, a morte do ímpio? diz o Senhor DEUS; Não, desejo antes que se converta dos seus caminhos, e viva? (Ezequiel 18 : 23)

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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O gigante.

Texto pregado no Domingo 19 de Setembro de 2010.
Autor: Pr. Alberto Resende de Oliveira – Sede Assembléia de Deus – Belém – Várzea Paulista


2º Samuel 17:45 Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu venho a ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado.


Resumo da pregação


Todos nós temos gigantes a enfrentar no decorrer de nossas vidas, muitos são os gigantes que se levantam contra aqueles que buscam primeiro o Reino de Deus, gigantes que querem descaracterizar a palavra(evangelho), gigantes que tentam esfriar a fé daqueles que espiritualmente estão meio abalados, gigantes que difamam e levantam calunias contra os filhos de Deus, Davi porem sabia que o Senhor era com ele, e que ao enfrentar o gigante certamente o derrotaria, hoje você pode estar diante de um gigante, seja ele a fome, doença, pecado, perseguição, mentira, calunia, depressão, inveja, conspiração, problemas matrimoniais, drogas, prostituição enfim são muitos os gigantes que podem estar a sua frente, e eles podem vir com espada, lança e escudos, mas se você estiver centrado na presença do Senhor, certamente derrotaras estes gigantes, pois Deus te comissionou como soldado do exercito de Israel e estes gigantes que te afronta estão afrontando a Deus e por Ele serão derrotados.
O espírito de Deus abita em nós os escolhidos, e isto têm incomodado a muitos gigantes, que tentam desesperadamente nos aniquilar, no entanto não sabem eles que o Deus todo poderoso cuida dos seus e não permite a derrota dos escolhidos, dando a estes a cada dia a revelação de sua presença e fortalecendo-os espiritualmente para enfrentá-los e os derrotar para que o nome do Senhor seja glorificado. Amém...

domingo, 19 de setembro de 2010

O Tríplice Propósito da Profecia

Pr. Geraldo Carneiro Filho
LIÇÃO Nº 12 - DATA: 19/09/2010
TÍTULO: “O TRÍPLICE PROPÓSITO DA PROFECIA”
TEXTO ÁUREO – I Cor 14:3
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: I Cor 12:4-10; 14:1-5
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO

I – INTRODUÇÃO:

Algumas pessoas que supostamente falam por meio do dom de profecia, nunca falam para edificar, exortar ou consolar a Igreja; somente fazem denúncias severas. Isto não é o dom da profecia em operação.

Logo, ninguém está autorizado a inventar as suas profecias como forma de ajudar as pessoas mais queridas, tampouco para afrontar pessoas das quais não gosta. Inventar profecias como forma de mostrar muita espiritualidade é uma total irreverência que poderá levar o crente a cair em blasfêmia contra o Espírito Santo.

II - OS PROPÓSITOS DA PROFECIA:

Inicialmente, vejamos, de forma bem sucinta, algumas observações acerca do dom da profecia, do dom da variedade de línguas e do dom de línguas:

(A) – Todos os três são conhecidos como DONS DE INSPIRAÇÃO ou DONS DE EXPRESSÃO VOCAL, visto que os três dizem ou falam algo;

(B) – A PROFECIA É UMA EXPRESSÃO VOCAL INSPIRADA, NUM IDIOMA CONHECIDO;

(C) – AS LÍNGUAS SÃO UMA EXPRESSÃO VOCAL INSPIRADA, NUM IDIOMA DESCONHECIDO; e

(D) – A INTERPRETAÇÃO DE LÍNGUAS É A EXPRESSÃO VOCAL EM NOSSO PRÓPRIO IDIOMA, PARA TRANSMITIR O SIGNIFICADO DAQUILO QUE FOI DITO EM LÍNGUAS, OU SEJA, DAQUILO QUE FOI DITO NUM IDIOMA DESCONHECIDO.

Assim, vamos analisar a Palavra de Deus para vermos os propósitos bíblicos e utilidades do dom da profecia. Leiamos as seguintes passagens:

- I Cor 14:3 - “MAS O QUE PROFETIZA FALA AOS HOMENS PARA EDIFICAÇÃO, EXORTAÇÃO E CONSOLAÇÃO”.

- I Cor 14:23-25 - “SE, POIS, TODA A IGREJA SE CONGREGAR NUM LUGAR, E TODOS FALAREM EM LÍNGUAS, E ENTRAREM INDOUTOS OU INFIÉIS, NÃO DIRÃO PORVENTURA QUE ESTAIS LOUCOS? MAS, SE TODOS PROFETIZAREM, E ALGUM INDOUTO OU INFIEL ENTRAR, DE TODOS É CONVENCIDO, DE TODOS É JULGADO. PORTANTO, OS SEGREDOS DO SEU CORAÇÃO FICARÃO MANIFESTOS, E ASSIM, LANÇANDO-SE SOBRE O SEU ROSTO, ADORARÁ A DEUS, PUBLICANDO QUE DEUS ESTÁ VERDADEIRAMENTE ENTRE VÓS”.

Por meio destes versículos, podemos extrair os propósitos do dom da profecia:

(1º) – A PROFECIA É PARA SE FALAR AOS HOMENS DE MANEIRA SOBRENATURAL – I Cor 14:3a – A pessoa que profetiza (proclama as revelações pela direção do Espírito de Deus), empenha-se em um ato que tem valor para os outros. As suas palavras ajudam a edificação dos homens.

(2) – A PROFECIA É DADA PARA EDIFICAR – I Cor 14:4 – Edificar significa “construir”. Entretanto, os eruditos no grego explicam que temos uma palavra em nosso vocabulário muito mais próxima do grego original; esta seria: “CARREGAR”, como a usamos em conexão com o carregamento de uma bateria.

Assim, aquele que falar em outra língua em público e não houver interpretação, edifica a si mesmo, isto é, constrói algo espiritual em si mesmo; “carrega” espiritualmente a si mesmo. Isto assim é porque, se não houver interpretação, os demais presentes não saberão o que foi dito em línguas.
Por outro lado, aquele que falar pelo dom da profecia (num idioma conhecido), ou se falar em línguas publicamente e houver interpretação, a Igreja será edificada (construída espiritualmente, carregada com poder espiritual); isto porque a congregação saberá e entenderá o que foi dito.

Em resumo: Tal como um edifício qualquer é levado à sua totalidade e utilidade, mediante um processo contínuo de edificação e aprimoramento, assim se dá com a Igreja de Cristo. Torna-se necessário um desenvolvimento gradual, porquanto nenhum servo de Deus se aperfeiçoa imediatamente, nem de maneira e nem de maneira fácil. A profecia é o dom Cristo Jesus.

(3) – A PROFECIA É DADA PARA EXORTAR – Ou seja, para dar força que estimule o crente a viver a vida cristã. Está em pauta o despertamento da vontade para que se faça o que é correto e próprio, isto é, para que se faça o que é direito, e não para que se faça o que é mal.

(4) – A PROFECIA É DADA PARA CONSOLAR – Ou seja: animar, encorajar, aliviar, dar o conforto que vem de Deus.
Na experiência humana, podemos facilmente observar que os crentes não são poupados (em qualquer sentido), da tristeza geral e das dores que afligem a humanidade. No entanto, em Cristo, mediante do dom da profecia, há alívio para tais sofrimentos: Ouvimos falar acerca da providência de Deus, de Seu amor e cuidado, de Seu propósito. Assim, a mente do servo de Deus é levada a compreender o propósito da agonia, bem como a esperança relativa ao futuro, quando toda a adversidade será finalmente eliminada. Por meio do dom da profecia Deus quer nos consolar (II Cor 1:3-7; I Ts 2:11-12).

(5) – A PROFECIA É DADA PARA CONVENCER O INCRÉDULO E TORNAR CONHECIDOS OS SEGREDOS DO SEU CORAÇÃO – É quando o servo do Senhor (sem ter tido prévio conhecimento dos fatos e, às vezes, sem conhecer a pessoa a quem a profecia é direcionada), é usado para falar algo que aconteceu ou está acontecendo na vida de outrem, de forma inspirada e sobrenatural.

Daí resulta que a pessoa a quem a profecia foi direcionada, se expressará: - “Parece que você conhece a minha vida, pois falou exatamente o que está acontecendo comigo”.

III - CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Algumas pessoas pensam que podem convencer os outros que são ungidas, se mostrarem alguma espécie de manifestação física: saltar, sacudir, gritar, cair, rolar… Pensam que, se assim procederem, os presentes pensarão que elas tem realmente algum poder espiritual e ainda se expressarão desta forma: - “O Espírito Santo levou-me a fazer isto”.

Entretanto, o Espírito Santo não trabalha desta forma, porque lemos em I Cor 14:32: - “OS ESPÍRITOS DOS PROFETAS ESTÃO SUJEITOS AOS PROFETAS”. Isto quer dizer que o profeta tem autoridade para decidir se fala ou se fica calado.

Assim, no caso da manifestação do dom de profecia, o possuidor deste dom fala em nome de Deus trazendo uma mensagem de edificação, exortação e de consolação para a congregação. Por mais importante que seja essa mensagem profética, ela não tem o valor de cânone, tampouco deverá ter a pretensão de complementar a Palavra de Deus.

Sigamos, pois, as orientações inspiradas pelo Espírito de Deus e contidas no Livro Sagrado, quando diz:

- “Se alguém cuida ser profeta, ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo säo mandamentos do Senhor. Mas, se alguém ignora isto, que ignore. Portanto, irmäos, procurai, com zelo, profetizar, e näo proibais falar línguas. MAS FAÇA-SE TUDO DECENTEMENTE E COM ORDEM” – I Cor 14:37-40.

Corinto – Uma Igreja com Problemas de Disciplina:

Uma Análise de 1 Coríntios 5
Augustus Nicodemus Lopes
O Contexto de Corinto

A igreja de Corinto era uma igreja que havia sido muito abençoada por Deus em diversos aspectos. Quando Paulo inicia esta carta ele reconhece, no capítulo primeiro, que Deus havia abençoado a igreja com toda sorte de bênçãos espirituais, de dons espirituais, ao ponto de “não lhes faltar dom nenhum”. Corinto era uma igreja carismática no sentido bíblico da palavra, ou seja, tinha os “carismas” do Espírito de Deus, os dons, através dos quais desenvolvia seu serviço prestando culto a Deus e cumprindo a sua missão neste mundo. Infelizmente, por motivos que desconhecemos, esta igreja de Corinto, que havia sido fundada pelo apóstolo Paulo, com menos de três anos de fundada começou a desviar-se dos padrões de conduta e de doutrina que o apóstolo havia estabelecido por ocasião de sua fundação.

Os Problemas de Corinto
1) Divisões
Paulo estava no seu último ano de ministério na cidade de Éfeso, quando recebe informações de que a igreja de Corinto não estava indo muito bem. As informações eram muitas e poucas delas eram boas. Paulo soube que havia divisões na igreja, que estava dividida em 4 grupos. Grupos que se formaram em torno de personalidades, de pessoas que tinham tido uma participação no passado recente da igreja, com o próprio Paulo e Apolo (cap. 3:4). Havia até um grupo que talvez fosse o mais perigoso deles que era o “grupo de Cristo” (‘...e eu, de Cristo” Cap 1:12). Eles diziam que não eram seguidores de homem algum e sim de Cristo. Era como se dissessem: não queremos estar debaixo da orientação ou da instrução e autoridade de qualquer homem porque recebemos tudo diretamente de Cristo. Alguns estudiosos têm identificado este grupo como o “grupinho dos espirituais” que falavam em línguas e se gloriavam por terem experiências extraordinárias; que não aceitavam a autoridade de Paulo na igreja e outras coisas mais.

2) Problemas doutrinários
A igreja tinha todas estas divisões e além disso tinha problemas de ordem doutrinária. Um grupo não aceitava a ressurreição dos mortos (cap. 15). Havia um espírito faccioso naquela igreja; existiam problemas com respeito à doutrina da liberdade cristã ( 10:28). “Será que posso comer carne sacrificada aos ídolos”? Os “fortes” diziam que sim e subestimavam os “fracos”. Havia problemas com respeito às questões do casamento (cap. 7): O que é mais espiritual? Casar ou ficar solteiro?

A igreja estava dividida por uma série de problemas que se refletiam no culto. Os “espirituais” falavam línguas sem interpretação para a igreja e desta forma não edificavam (14:5); os profetas falavam, mas não havia ordem de quem deveria falar primeiro (14:29, 32); as mulheres entusiasmadas estavam querendo tirar qualquer sinal de que há uma diferença entre homem e mulher dentro da ordem da criação de Deus (11:8-9); na hora da Santa Ceia havia pessoas que até se embriagavam (11:21) e participavam do sacramento sem ter o espírito apropriado. Corinto era uma igreja com graves complicações. Mas, mesmo considerando isso, era uma igreja que se gloriava de ser “espiritual”. Afinal, muitos, na concepção deles, não tinham os dons que indicavam a presença do Espírito Santo? Muitos não estavam falando em línguas durante o culto (Cap. 14)? Outros não estavam profetizando e trazendo palavra de revelação? A igreja pensava que era espiritual e considerava-se assim apesar de estar toda minada de problemas.

3) Problemas Morais
Entre os problemas mencionados havia também problemas morais. Havia um irmão que estava processando outro num tribunal secular (6.4). Talvez a igreja não tenha se interessado o suficiente. A verdade é que não chegaram a um acordo e talvez por questão de terra ou talvez de dinheiro e negócios, este irmão estava em litígio com outro. Por isso estava processando-o no tribunal da cidade. Com esta atitude estava expondo o Evangelho à vergonha diante dos ímpios (v. 6).

Havia um grupo que estava voltando à prática da prostituição religiosa (6:18-19), o que era comum na cidade de Corinto. Isso era praticado nos templos onde se cultuava a deusa Afrodite.

Refletindo esta separação entre espiritualidade e a conduta moral surge um problema relatado no capítulo 5 e que estava bem de acordo com a natureza e espírito da igreja. Havia um homem, membro da igreja, que estava vivendo com sua madrasta. Seu pai provavelmente ainda estava vivo, mesmo assim estava tendo “um caso” a mulher de seu pai. O mais grave é que isto era do conhecimento não só da igreja mas também da própria sociedade de Corinto. Era algo notório e se comentava; circulava rumores verdadeiros com respeito a este incidente. Nos traz constrangimento o fato de que a igreja de Corinto, como um todo, parecia não ver nada de grave nisso: “Afinal Deus não está em nosso meio? Vejam o que acontece nos nossos cultos”! E este homem continuava a viver com sua madrasta às vistas de toda a igreja! Mas o que mais incomodava o apóstolo Paulo era a falta de uma atitude firme por parte da igreja com relação àquela pessoa. Ou seja, a igreja deveria constatar que conduta moral e espiritualidade são duas coisas que andam juntas. Temos de ter as duas coisas; e quando temos uma e não a outra, ou a espiritualidade é falsa ou a moralidade é falsa. Mas a genuína espiritualidade exige uma conduta de acordo com as verdades do evangelho.

O interessante é que Paulo não se dirige à liderança da igreja. Paulo, ao escrever, não se refere aos líderes mas fala à igreja como um todo. Porque, mesmo que no sistema presbiteriano, estes casos tenham a ver inicialmente com o Conselho, o fato é que na base do problema, além de um caso notório, pecado é um problema de toda igreja. É uma questão que afeta todos os membros e que não é somente responsabilidade do Conselho olhar para a vida dos outros membros e tomar algum tipo de decisão, mas que é responsabilidade de cada membro do corpo de Cristo zelar para que haja pureza, santidade, que haja no convívio da comunidade, verdadeira santidade ao Senhor. É uma responsabilidade de nós todos e não somente do pastor e dos presbíteros. É importante, portanto, que Paulo trata da questão dirigindo-se a toda comunidade. Talvez alguns estranhem este fato. Nas denominações batistas e congregacionais as questões disciplinares são resolvidas pela assembléia. Apesar de acharmos benefícios no sistema de governo representativo, através de pastores e presbíteros, a interpretação desta passagem só pode ser neste sentido: Paulo não está se referindo aos pastores e presbíteros porque ele sabe que a responsabilidade de vivermos uma vida santa na igreja, é de cada um dos seus membros. Devemos não só zelar por nós mesmos mas também pelo nosso irmão refletindo as palavras de Jesus: “Se o teu irmão pecar, vai repreendê-lo entre ti e ele só, se ele não te ouvir, leva mais alguém, se não te ouvir, comunica a liderança da igreja para que tomem as providências”. Mas, antes de chegar a este ponto existe todo um processo intra comunitário desenvolvido pelos membros, cada um participando e sendo responsável para que a vida da igreja ande corretamente. Se não for assim corremos o risco de sermos participantes dos pecados alheios e incorrermos na culpa de cumplicidade.

Assim, o apóstolo Paulo, no capítulo 5, chama a igreja à ordem e nos fala de forma apaixonada, fala com amor pela igreja; nos fala da responsabilidade que todos temos de cuidar de nós mesmos, de vivermos vidas santas e, de como comunidade, zelarmos para que o nome de Cristo seja honrado e glorificado através da vida santa da comunidade dos santos. Infelizmente nem sempre atentamos para esta maneira de Paulo abordar o problema em vista do nosso individualismo. Mais freqüentemente do que desejaríamos ouvimos falar de piedade em termos individuais, ou seja, piedosa é a pessoa que se fecha no seu quarto para ler e orar gastando tempo a sós com Deus. E santidade seria algo que se desenvolveria individualmente. Quando falamos em santificação geralmente temos a figura de uma pessoa em mente e nos esquecemos que Novo Testamento geralmente estas coisas são contempladas à luz da comunidade. Piedade é algo que eu exerço junto com o povo de Deus; culto não é algo que eu presto individualmente a Deus, somente, mas algo que faço com meus irmãos. Santidade é algo comunitário. Nós crentes caminhamos a vida de santidade juntos. Perdemos de vista este aspecto corporativo da Igreja apresentado no NT. É tão importante, salutar, equilibrado e abençoador para cada um de nós a idéia de andarmos juntos, vivermos juntos e nos santificarmos com a ajuda uns dos outros. É neste contexto que o apóstolo trás estas palavras.

O Texto

No versículo 1 e 2 encontramos o apóstolo Paulo apresentando o assunto que vai falar. Ele coloca o problema com palavra muito claras. O problema é duplo:

O Primeiro Aspecto do Problema
Primeiro, Paulo inicia dizendo que “Geralmente se ouve que há entre vós imoralidade...” (v. 1) e depois especifica que imoralidade é esta. O pecado é de incesto que está proibido pela Lei mosaica em Deuteronômio 2:30 e outras passagens do VT onde Deus revela Sua repulsa ao adultério e muito menos que um homem faça isso com a mulher do seu pai. Era um caso claro de transgressão da Lei de Deus. É importante notarmos que para o apóstolo Paulo, a Lei de Deus sempre estava em vigor para o cristão. Paulo caracteriza bem esta imoralidade, e, muito embora não faça uma referência clara ao Antigo Testamento, há evidências na passagem, de toda legislação do VT sobre a conduta moral e sexual do povo de Deus. É bom enfatizar isso numa época em que as pessoas têm demonstrado descaso para com a Lei de Deus e para com os padrões morais das Escrituras. O apóstolo está muito à vontade expressando o ensino do VT para uma comunidade de cristãos do NT e caracterizando a conduta daquele indivíduo como sendo imoralidade à luz dos padrões Vetero Testamentários. Isso nos trás a um ensino importante, o de ter em alto apreço o Antigo Testamento que também é revelação de Deus para nós cristãos, ainda hoje. Tudo que foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que através das Escrituras e da paciência tenhamos conforto e esperança.

Esta era a primeira parte do problema: uma relação incestuosa de um homem que vivia com sua madrasta e que era do conhecimento de todos, como se vê nas palavras de Paulo: “Geralmente se ouve que há entre vós imoralidade...” (v. 1).

O Segundo Aspecto do Problema
A segunda parte do problema está no v.2: “E, contudo, andais vós ensoberbecidos, e não chegaste a lamentar, para que fosse tirado do vosso meio quem tamanho ultraje praticou?”. O que angustiava o apóstolo Paulo não era só o pecado em si, mas que a igreja, ao invés de “lamentar” o fato de ter um de seus membros vivendo uma relação pecaminosa e tomar a providência correta, que na ocasião seria tirar do meio da comunidade aquele indivíduo que não havia se arrependido (a julgar pelo que Paulo diz), ou que não queria corrigir-se. A atitude da igreja deveria ser excluir este membro contumaz. Paulo está angustiado pelo fato da igreja não tomar esta atitude para zelar pela vida e pela pureza da igreja, pelo nome de Cristo e pelo próprio pecador. Ao contrário, a igreja estava ensoberbecida, envaidecida possivelmente por causa dos dons espirituais. Os membros estavam orgulhosos de constituirem uma igreja “carismática”, ou quem sabe, uma igreja que amava a todos do modo que eram e de como agiam. Uma coisa é certa: Paulo entendia que a atitude da igreja não estava correta. Ao invés de lamentar e chorar pelo fato de um membro está sofrendo, e quando isso acontece, todos sofrem com ele, Paulo pensa na igreja em termos corporativos e vê uma comunidade negligente por não lamentar-se em vista do pecado que estava no seu meio. Ela assume uma postura oposta “festiva”, com um culto alegre, enquanto ninguém estava se preocupando com o problema. Paulo estava angustiado por ver um membro vivendo em pecado e por constatar uma igreja tolerante que convivia com o problema sem nenhuma dificuldade.

Antes mesmo de dizer os princípios pelos quais a igreja deveria expulsar o malfeitor que “tamanho ultraje praticou”, Paulo já vem com a solução para o problema, até contrariando seu método habitual, usado na primeira carta aos Coríntios. Paulo geralmente coloca o problema, introduz uma série de princípios doutrinários e no final apresenta a conclusão. Mas Paulo parece tão atribulado que apresenta o problema e logo dá a solução; só posteriormente fala sobre as doutrinas que estão por trás da questão. Isso, talvez pela angústia que lhe passava na alma em vista do grande amor que tinha por aquela igreja. Do versículo 3 até o 5 Paulo diz o que vai fazer. Ele fala como apóstolo de Jesus: “...já sentenciei...”. Ele usa das prerrogativas de apóstolo, a quem foi dada autoridade para edificar a igreja, fazê-la andar e para trabalhar no seu fundamento. Como tal, ele sentencia. Esta palavra “sentenciar” vem da linguagem jurídica que significa o pronunciamento final de um processo de julgamento. A igreja deveria ter feito isso e por que não fez, Paulo toma para si as prerrogativas de juiz. Ele mesmo faz o julgamento, sentencia o membro infrator dizendo: “...que o autor de tal infâmia seja, em nome do Senhor Jesus, reunidos vós e o meu espírito, com o poder de Jesus, nosso Senhor, entregue a Satanás para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo no dia do Senhor [Jesus]” (vs. 3-5).

Quando o apóstolo Paulo sentencia que aquele infrator seja entregue a Satanás, ele o faz nos termos do ensino de Jesus. Paulo aqui está ecoando o ensino de Cristo quando disse num contexto de disciplina: “Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles” (Mt 18:20). Jesus já havia dito dois versículos atrás (v. 18) que: “...tudo o que ligardes na terra, terá sido ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra, terá sido desligado no céu”. Este é um contexto de disciplina, quando Jesus estava respondendo a Pedro sobre o que deveria ser feito se um irmão pecasse contra ele. Jesus diz que a igreja reunida em espírito, com a presença do Senhor e em Seu nome deveria exercer o “poder das chaves”; de admitir alguém no Reino de Deus ou então excluir através da disciplina. Paulo está ecoando o ensino de Jesus quando diz: [Eu, juntamente com vocês] “em nome do Senhor Jesus, reunidos vós e o meu espírito, com o poder de Jesus, nosso Senhor...” (v. 4). Dessa forma Paulo sentencia o membro daquela igreja.

O que significa “entregar a Satanás”? Isto tem sido bastante debatido e não vai fazer muita diferença na interpretação geral da passagem. Em linhas gerais se acredita que Paulo estava dizendo o seguinte: Uma vez que a pessoa não queira ouvir a voz da igreja, não aceita a repreensão do Espírito Santo, e, sendo excluído da comunidade, será como uma ovelha que foi colocada para fora do aprisco. Lá fora estão os lobos à espera. Satanás vai cirandar, vai colocar sua mão em cima. O objetivo de Paulo com isso não é destruir a pessoa como muitos pensam em relação ao ato disciplinar. Em termos eclesiásticos alguns pensam de disciplina como algo que trás simplesmente punição ou destruição do pecador. Mas não é este o objetivo da disciplina. Apesar de todo rigor e firmeza de Paulo em tratar o assunto, ele diz: “...a fim de que o espírito seja salvo” (v. 5). Este é o objetivo que Paulo revela na sua carta; o amor por aquele pecador e seu desejo de recuperá-lo, mesmo que para isso medidas drásticas tenham de ser tomadas. Paulo não fica vacilante. Se tem de ser entregue a Satanás, que seja, para que o espírito seja salvo. Se for o único meio, que assim seja excluído da igreja, ficando fora da proteção do Senhor e ficando exposto aos ataques do diabo. Ataques que são descritos no livro de Jó, quando este servo de Deus experimentou na carne a atividade satânica como doenças, aflições, perdas dos bens, etc. Em fim, toda sorte de aflições que com o decreto de Deus Satanás às vezes pode infligir às pessoas para que o propósito de Deus seja feito. No caso, para este membro da igreja, o propósito era trazê-lo de volta ao seio da igreja através das aflições, angústias, dificuldades, e tribulações que Deus permitiria (decreto permissivo) que Satanás trouxesse a este membro em pecado. Ele deveria ser levado ao arrependimento, cair em si e voltar ao convívio da igreja.

Não sabemos se a “estratégia” funcionou. Na Segunda carta que Paulo escreve à Igreja de Corinto há uma menção de alguém que se arrependeu, que mudou sua atitude. Paulo não diz quem foi esta pessoa. Mas Paulo recomenda que a igreja o receba, que o aceite, que não prolongue demasiadamente a disciplina para que ele não desfaleça. Alguns entendem que seja exatamente este homem citado por Paulo no v. 5.1. Se for o caso, a disciplina teria funcionado e o pecador voltado arrependido, recuperado, restaurado, e a igreja o teria recebido com alegria. Paulo passa para uma postura final e só depois explica o porque desta atitude. Pode parecer aos ouvidos pós-modernos uma atitude muito radical. Mas Paulo explica o porque de sua atitude.

As Razões de Paulo Para a Disciplina Rígida

1) Porque o pecado é como o fermento (v. 6). Se não cuidarmos ele se alastra e contamina toda a massa: “Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?”. Paulo usa uma linguagem muito comum no VT. No VT uma das coisas usadas para tipificar o pecado é o fermento. Tanto é que na celebração da páscoa era proibido se comer pão com fermento (o pão era “asmo” – sem fermento). O fermento era símbolo do pecado. Uma das propriedades do fermento pelas quais ele tornou-se símbolo do pecado, é sua capacidade de aumentar e dominar o ambiente onde se encontra. Se colocado um pouco de fermento no pão que está sendo preparado logo levedará toda a massa. O apóstolo diz que o pecado é exatamente assim. Paulo pergunta se os crentes de Corinto não sabem disso: Que o pecado é como o fermento, que leveda toda a massa? A idéia é que, se deixado sem correção, no seio da igreja, sem que as devidas soluções sejam tomadas, o pecado se propaga. O que pensar dos jovens da igreja de Corinto? O que eles estavam aprendendo quando viam aquele homem vivendo com a madrasta e ninguém dava importância? O que eles estavam aprendendo? Aprendiam, que aquela atitude não faz diferença na vida cristã e que não importa nosso comportamento sexual. Podemos continuar em pecado e como um cristão normal. Era essa a mensagem que estava sendo passada para os membros da igreja; que o pecado realmente não importava porque a igreja parecia aceitar normalmente. Qual a mensagem que está sendo passada para os jovens e novos convertidos? Que o pecado não afeta meu estado, o meu relacionamento e minha comunhão com Deus e nem a vida da igreja. Ou seja, o que é pregado no púlpito é totalmente desfeito por este tipo de atitude. Nós podemos pregar santidade, e se temos de viver vidas santas mas não acrescentarmos à Palavra pregada as medidas corretas para que todos nós trilhemos este viver santo, a mensagem deixa de ter seu efeito.

Quando Calvino começou sua obra em Genebra ele tinha a idéia de que se houvesse apenas pregação fiel da Palavra de Deus e administração correta dos sacramentos, a igreja seria edificada, os crentes ouviriam e os problemas se resolveriam. Algum tempo depois, Calvino reconheceu que era necessário e bíblico acrescentar um terceiro elemento: a disciplina eclesiástica.

Há necessidade do exercício da disciplina eclesiástica feita em amor para recuperação do pecador e para que se coloque em prática o que a Palavra de Deus nos recomenda e exige. O mais importante é que Paulo não está aqui falando para a liderança. Ele está falando para toda a igreja. Não caiamos no erro de interpretar mal o apóstolo Paulo pois o que ele fala é para todos nós; é responsabilidade de toda a igreja zelar pela vida da comunidade seguindo os princípios bíblicos. Porque o pecado é como o fermento. Se deixarmos ele contamina a massa toda. Que mensagem estamos passando para o mundo? Qual a mensagem que a “Tiazinha”, que se diz evangélica, passa para o mundo? Sua mensagem é que não importa seu comportamento sexual, sua profissão corrupta. Assim, se conclui que cabe tudo na igreja.

Estamos vivendo um momento de crise de referência na igreja brasileira. Ou seja, precisamos de pessoas que sejam referenciais. A pouco tempo a revista “Isto É” publicou um suplemento sobre os maiores religiosos do século e citava Dom Evaristo Arnes, Alziro Zarur, Chico Xavier, Madre Tereza, Leonardo Boff, Frei Beto, Marcelo Rossi, mas nenhum evangélico. Pode ser apenas preconceito contra os evangélicos, mas pensemos qual evangélico poderia estar nesta lista? Soubemos depois que o candidato dos evangélicos seria o Bispo Macedo. Se há um momento em que a igreja precisa fazer diferença no Brasil, é hoje. E temos de começar nos lembrando de que o pecado é como o fermento. Ele destrói a reputação da igreja, a sua credibilidade, seu ensino, e por isso temos de tratá-lo com firmeza. Devemos começar conosco mesmo, sendo implacáveis com nós mesmos e brandos com os outros, mas firmes no geral. Tudo isso para evitar que o pecado se alastre. Este é o caminho. Não estou me referindo a fazermos cruzadas de moralidade; não creio nisso. Mas devemos pregar o ensino simples do evangelho e como lemos nos salmos “que os que temem ao Senhor odeiem o pecado”, se afastem do pecado pois este é o ensino de toda a Bíblia. O primeiro ensino é este: O pecado é como o fermento e se nós não cuidarmos ele tomará conta de tudo corrompendo as consciências.

2) O segundo argumento de Paulo está baseado na Páscoa (também vem do Velho Testamento). Aqui no v. 7 Paulo se refere a Cristo como sendo nossa Páscoa e que ele já foi imolado por nós. Paulo compara a vida da igreja a uma grande Páscoa, a uma eterna festa. O nosso Cordeiro Pascal já foi imolado e nós já nos alimentamos dele e se vivemos em uma eterna Páscoa, não deve haver fermento. Tem de ser lançado fora os fermentos, a massa velha. Por isso Paulo diz: “Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa...” (v.7). A Igreja é a comunidade Pascal liderada, salva e resgatada por aquele que é a nossa Páscoa. Na festa da Páscoa não podia se ter pão com fermento. Essa é a figura que Paulo usa. Se há pão fermentado já não é mais Páscoa. No v. 8 Paulo diz da vida cristã que “celebremos a festa, não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia; e, sim, com os asmos da sinceridade e da verdade”. É só quando a sinceridade e a verdade prevalecem que nós verdadeiramente celebramos. Somos uma comunidade que celebra, que vive na alegria, no gozo da santidade do nosso Cordeiro.

É claro que Paulo não está pregando o perfeccionismo. Mas alguns podem ter esta idéia; Paulo não está pedindo que a igreja seja perfeita, mas sim que a igreja de Corinto tome as atitudes certas quando o pecado aparecer. O pecado vai aparecer, é verdade, e pode ser em minha vida e na sua, mas que a comunidade ajude o pecador com interesse de auxiliá-lo. Não devemos ficar falando mal e criticando mas que tomemos as providências bíblicas para ajudar aquele que caiu vítima do pecado. Celebremos a festa com os “asmos” da sinceridade e da verdade.

3) Vemos um outro princípio nos versos 9-12. Há um momento para uma separação santa. Infelizmente há momentos em que somente uma separação resolve. A separação da comunidade colocada aqui por Paulo é daquele membro impenitente que não deseja arrepender-se. Parece que Paulo coloca este ponto em destaque (ele gasta vários versículos nisso) provavelmente porque ele sente que foi mal compreendido. Paulo já havia escrito uma primeira carta aos coríntios. Essa primeira carta que conhecemos é, na verdade, uma segunda carta, porque Paulo já havia escrito uma carta antes que foi perdida. Paulo faz menção desta primeira carta perdida no v. 9. Nesta primeiríssima carta ele já havia falado da necessidade de separação, de não haver associação entre o cristão e a impureza. “Já em carta vos escrevi que não vos associásseis com os impuros”.

Aparentemente os coríntios haviam entendido que Paulo estava falando que os cristãos não deveriam ter qualquer contato com incrédulos. Por isso os coríntios concluíram que não haveria problema de ter associação com aquele irmão, mesmo que em gravíssimo pecado, visto que era “irmão”. Eles haviam pensado da primeira carta de Paulo que não deveriam se associar apenas com quem não fosse cristão. Paulo, então, corrige este equívoco e diz: “Já em carta vos escrevi que não vos associásseis com os impuros; refiro-me com isto não propriamente aos impuros deste mundo, ou aos avarentos, ou roubadores, ou idólatras; pois, neste caso teríeis de sair do mundo”. Paulo, aqui, está dizendo que não estava dizendo que não se associassem, ou mantivessem contato com este tipo de gente, com os pecadores deste mundo, porque, se assim fosse, teriam de sair do mundo. Paulo nunca sugeriu um gueto ou mosteiro, nem ao menos estava sugerindo que não convivessem com os não cristãos. O que Paulo diz é: “Mas agora vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com este tal nem ainda comais” (v.10). O que Paulo está dizendo é que não devemos nos associar com aquele que “dizendo-se irmão”, se fazendo passar por cristão, no meio da comunidade se comportem como não cristãos. A estes nem devemos convidar para uma refeição em nossas casas. Em outras palavras, há um momento em que é necessária uma separação clara e firme.

Muitos podem estar pensando nas palavras de Jesus quando disse: “Não julgueis, para que não sejais julgados” (Mt 7:1). É claro que Paulo e Jesus não estão em contradição. Quando Jesus disse estas palavras ele o fez no contexto do julgamento indevido. Ou seja, alguém julgar o comportamento de uma pessoa e não julgar-se a si mesmo. Lembremo-nos que nesta mesma passagem Jesus diz: “Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio” (Mt 7.3). O que Jesus proibiu foi o julgamento desproporcional, sendo pesado para com os outros e não para consigo mesmo. Isto não é correto! Mas quando Jesus fala estas palavras condenando o julgamento precipitado, no versículo 6 Ele diz: “Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas...” (Mt 7:6). Para eu cumprir este mandamento eu tenho de saber quem é “cão” e quem é “porco”. Ou seja, tenho de exercer julgamento. É claro que Jesus não está proibindo que nós, pelas evidências, pelo comportamento, por aquilo que está evidente e claro, cheguemos a uma conclusão de que uma pessoa não está se comportando como um cristão deve se comportar. Assim sendo podemos tomar as devidas providências.

Paulo termina este terceiro princípio dizendo: “Pois com que direito haveria eu de julgar os de fora?” (5:12a). Paulo está dizendo que não vai julgar os de fora que não são cristãos e que vivem em outro contexto. E então pergunta: “Não julgais vós os de dentro?” (v.12b). Paulo aqui deixa muito claro que julgar os “de dentro” é competência da igreja. Não vamos julgar os de fora, pois Deus os julgará. É isso que Paulo diz no versículo 13: “Os de fora, porém, Deus os julgará” (v.13a). Mas os de dentro sim; a comunidade julga os de dentro e toma as providências para recuperar o faltoso, o extraviado, para trazer de volta o que se desviou. E, se necessário for, para isso, a santa separação, que haja separação.

Paulo conclui no v.13 dizendo: “Expulsai, pois, de entre vós o malfeitor”.

Conclusão

Estamos vivendo uma época em que se Paulo viesse expor esta mensagem, desta forma, não seria bem recebido.

Hoje se diz que a verdade é relativa e que cada pessoa tem sua própria verdade. Estamos vivendo a relativização dos valores morais. Se diz que a vida de cada um é governada por aquilo que a pessoa sente que é melhor. Se a pessoa está se sentindo bem em determinado lugar, se algo está fazendo-lhe bem, então, não importa outras questões, outros critérios. O critério que é usado é sentir-se bem e passa a ser o principal para governar a conduta das pessoas. O que valida uma situação ou uma conduta é eu estar ou não me sentindo bem no que estou fazendo.

Esses conceitos têm predominado em nossa sociedade e em muitas igrejas. A relativização na mídia, nas músicas, nos escritos modernos, nas universidades, nos debates da ética e da moralidade. Os formadores de opinião pública nacional estão totalmente envolvidos na pós modernidade que resume tudo que foi dito. Tudo isso acaba minando a vida da igreja, a literatura, os seminários, os congressos. Às vezes, de forma sutil, nos tornamos avessos aquilo que venha nos contrariar, que venha nos obrigar a dizer: “Isso está errado!”.

Mas temos de fazer a escolha. É um momento sério de decisão da Igreja, se vamos viver à luz da Palavra de Deus e de seus valores absolutos ou se vamos nos deixar levar pelos “ventos” da época.

A Palavra de Deus nos chama a viver vidas santas e retas. Nos chama a aborrecer o pecado e se necessário, tomar as devidas providências para que ele não tenha livre curso em nosso meio, nas nossas vidas, nas nossas famílias. Tomar a providência necessária em amor, em espírito de brandura, olhando por nós mesmos para que não sejamos também levados pelo pecado mas ajudando-nos mutuamente, levando as cargas uns dos outros para que a comunidade toda viva vida de santidade e de alegria. O problema não é o pecado somente, mas o pecado não resolvido. Para o pecado há perdão, resgate, redenção e libertação. O problema não é só o pecado mas o pecado não confessado, não reconhecido e não tratado. É contra isso que Paulo fala. Que Deus nos ajude.

Lembremo-nos que esta mensagem é para a igreja e não para os líderes. Sempre fico admirado com Paulo pelo fato de que quando fala de disciplina eclesiástica ele não se dirige aos pastores e aos presbíteros apenas mas fala para à comunidade toda. É nossa responsabilidade de orarmos e vivermos vidas santas ajudando-nos uns aos outros a nos livrar do inimigo das nossas almas. Esse é o pior inimigo: o pecado não tratado.

Que Deus nos dê graça e misericórdia para vivermos segundo o padrão da Palavra de Deus.

domingo, 8 de agosto de 2010

ELIAS, UM PROFETA HUMILDE E DETERMINADO

Fonte: http://radioboasnovas.net/v3/?ConteduoPage=licoesEBD&id=43

INTRODUÇÃO
Elias, cujo nome significa “Jeová é Deus” foi chamado por Deus para o ministério profético, em um dos piores períodos da história de Israel. Período este, marcado por crise, fome, miséria, corrupção e apostasia. Mas, em meio à crise moral, social e espiritual, Deus pôde contar com a coragem e a determinação de Elias, para ser seu porta-voz.
I – QUEM ERA ELIAS?
■O mais famoso e dramático dos profeta de Israel;

■Foi contermporâneo de Acabe, Jezabel, Acazias, Obadias, Jeú e Aazael;
■Predisse o início e o fim de uma seca de três anos e meio (I Rs 17.1; 18.44);
■Fugiu da presença de Acabe e foi sustentado pelos corvos e por uma pobre viúva (I Rs 17.1-6; 8-16);
■Foi usado por Deus para ressuscitar uma criança (I Rs 17.22);
■Desafiou os profetas de Baal no Monte Carmelo (I Rs 18.22-45);

■Ameaçado de morte, fugiu com medo de Jezabel e desejou a morte (I Rs 19.4);
■Caminhou 40 dias 40 noites, após ser alimentado com pão e água, trazidos por um anjo (I Rs 19.8);
■Ao chegar em Horebe, esconde-se em uma caverna, onde tem um encontro com Deus (I Rs 19.12);
■Unge Elizeu como seu sucessor (I Rs 19.15,21);
■Foi levado ao céu em um redemoinho (II Rs 2.11)
■A história de Elias está registrada em I Rs 17.1 até II Rs 2.11.
II – CONTEXTO POLÍTICO E RELIGIOSO DO TEMPO DE ELIAS

1. Era um período de sucessão de reis ímpios: Nos dias de Elias, Israel estava sendo governado por reis maus e idólatras. A Bíblia diz que Onri “… fez o que era mau aos olhos do Senhor; e fez pior do que todos quantos foram antes dele” (I Rs 16.25,26). Quando Onri morreu, em seu lugar reinou seu filho Acabe (I Rs 16.28), que teve a capacidade de fazer pior do que todos os reis que lhe antecederam. A Bíblia diz acerca de Acabe: “E fez Acabe, filho de Onri, o que era mau aos olhos do SENHOR, mais do que todos os que foram antes dele…” (I Rs 16.30,31).

2. Era um período de idolatria: O rei Acabe destaca-se nas Escrituras como um rei idólatra, pois ele andou nos caminhos de Jeroboão (I Rs 16.31); serviu a Baal e o adorou (I Rs 16.31); conduzindo toda a nação à idolatria. Como se não bastasse, Acabe casou-se com Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios; casamento este, jamais aprovado por Deus. Tudo isto fez Israel mergulhar no mais profundo paganismo, sem nenhuma pretenção de preservar o culto a Jeová, tornando-se uma nação idólatra e pagã, como as demais nações.

3. Era um período de crise: Quando Acabe, influenciado por sua esposa Jezabel, substituiu o culto à Jeová pela adoração à Baal (I Rs 16.31-33), Elias apareceu repentinamente perante o rei para anunciar a ausência de chuva e orvalho sobre a terra (I Rs 17.1). Como a chuva é um dos principais elementos de sustentação da natureza, a falta dela provocou seca, fome e miséria. As Escrituras dizem que “… a fome era extrema em Samaria” (I Rs 18.2). Isto fez com que Acabe se irasse ainda mais com Elias, pois achava que ele era o culpado daquela calamidade.

4. Era um período de inversão de valores: Em meio a crise e à miséria, o rei Acabe parece estar mais preocupado com os cavalos e as mulas do que com os súditos do seu reino; pois ele chama Obadias, e saem à procura de água para preservar a vida dos animais (I Rs 18.5,6). Possivelmente movido pelo desespero, o próprio Acabe sai à procura de água com Obadias, o que não era um fato comum, pois, como rei, ele podería apenas ordenar a seus servos que saíssem à procura de água.

5. Era um período de idolatria e perseguição aos profetas: Jezabel, esposa do rei Acabe, ocupa o lugar de esposa mais ímpia da Bíblia. Além de controlar o seu esposo (I Rs 21.25), ela levou a nação de Israel a adorar seus deuses (I Rs 18.19,20). Como se não bastasse, intentou matar a todos os profetas do Senhor (I Rs 18.4). Foi nessa ocasião que Obadias, um homem temente a Deus e servo do rei Acabe (possivelmente um mordomo ou camareiro do palácio), conseguiu esconder cem profetas do Senhor e os sustentou com pão e água, pondo em risco a sua própria vida, pois, caso fosse descoberto, tanto ele como os cem profetas, seriam mortos à mando de Jezabel.

6. Era um período de abuso de poder: No capítulo 21 de I Rs, está registrado que Acabe desejou adiquirir uma vinha que pertencia a Nabote. Como Nabote recusou-se vender a sua vinha para Acabe, Jezabel enviou cartas aos anciãos e aos nobres da cidade, com o selo do rei (como se estivesse sido escritas por ele), e mandou colocar duas falsas testemunhas contra Nabote, acusando-o de blasfêmia contra Deus e contra o rei, e, depois, o apedrejassem; fazendo com que seu marido possuisse a vinha que pertencia a Nabote (I Rs 21.1-16), numa demonstração de que, tanto Acabe como sua esposa Jezabel, eram capazes de fazer qualquer coisa para conseguir seus objetivos, até mesmo, mandar matar pessoas inocentes.

É em meio a essa crise social, moral e espiritual, Deus levanta o profeta Elias para combater o pecado, proclamar o juizo e chamar o povo ao arrependimento.

III – PRINCIPAIS VIRTUDES DO CARÁTER DE ELIAS

São muitas as virtudes que as Escrituras registram sobre a vida deste destemido profeta:

1. Elias aprendeu a confiar em Deus: Profetizar no tempo de Elias não era uma tarefa fácil. Era colocar a sua própria vida em risco (I Rs 18.4). E Elias foi chamado para profetizar exatamente contra aqueles que tinham o poder nas mãos: o rei Acabe e sua ímpia esposa, Jezabel. Mas Elias não vacilou: Profetizou a falta de chuva e de orvalho (I Rs 17.1); combateu o pecado de Acabe, chamando-o de perturbador de Israel (I Rs 18.18); desafiou os profetas de Baal (I Rs 18.22-40) e predisse a morte do rei Acabe e de sua esposa Jezabel (I Rs 22.17-24). Somente uma confiança inabalável em Deus poderia levar um homem a profetizar naqueles dias.

2. Elias aprendeu a depender de Deus: Ao contrário do que muita gente pensa, depender de Deus não é uma tarefa fácil. É preciso ter fé. A trajetória de Elias nos ensina isto: ora bebendo água de um ribeiro e se alimentando de pão e carne trazidos pelos corvos (I Rs 17.1-6); ora sendo sustentado por uma pobre viúva (I Rs 17.8-16); ora alimentando-se de pão e água trazidos por um anjo (I Rs 19.5-7). Com certeza, a confiança de Elias não estava depositada nos corvos, nem na viúva, nem mesmo no anjo, e sim, no Jeová Jireh, o Senhor que provê.

3. Elias aprendeu a ter intimidade com Deus: O ministério de Elias não foi marcado apenas por profecias, mas também, por muitos milagres, tais como: multiplicação de azeite e farinha (I Rs 17.16); ressurreição (I Rs 17.22); fogo no altar (I Rs 18.16-46); morte dos soldados do rei Acazias (II Rs 1.9-14); divisão do rio Jordão (II Rs 2.8). Todos estes milagres demonstram claramente que Elias era um homem que vivia em íntima comunuhão com Deus. A maior prova disto é que, semelhante a Enoque, Deus o tomou para si (II Rs 2.11,12).

4. Elias aprendeu a se fortalecer em Deus: Quando Elias foi ameaçado por Jezabel, após a morte dos profetas de Baal, perdeu o ânimo e desejou a morte (I Rs 19.4). Parecia o fim da jornada daquele destemido profeta. No entanto, Deus envia um anjo para lhe dar pão e água (I Rs 19.5-7). Com a força daquela comida, Elias caminhou quarenta dias e quarenta noites até chegar à Horebe (I Rs 19.8). Ao chegar em Horebe, ele esconde-se em uma caverna, onde tem um encontro com Deus, que lhe fala numa voz mansa e delicada (I Rs 19.12). Sua forças, então, são renovadas, fazendo com que ele saísse daquela caverna e executasse os propósitos divinos (I Rs 19.15-21).


CONCLUSÃO

O ministério de Elias foi marcado por profecias, milagres, desafios e muitas experiências com Deus. Porém, o acontecimento mais notável na vida do profeta Elias não foi profetizar a falta de chuva, nem desafiar os profetas de Baal, nem ressuscitar o filho da viúva. Sem dúvidas, o fato mais notável foi quando lhe apareceram cavalos e carros de fogo e, em um redemoinho, ele foi levado ao céu (II Rs 2.11).

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Vivemos uma batalha espiritual.

“As armas da nossa milícia não são carnais, mas sim
poderosos em Deus, para destruição das fortalezas”
(I Cor. 10:4)

Sem estas armas é impossível estamos firmes contra o ataque do diabo e é por isso que somos atingidos.
Sabe aquela tristeza sem motivo que você sente ou aquele desânimo que vem tão forte em sua vida, que você tem vontade de achar um buraco e se atirar dentro dele e nunca mais sair, isso é um sinal claro que você não tem utilizado as armas de Deus para sua vida, pois os sentimentos podem vir até você, mas quando você se deixa dominar por eles é um sinal claro de que suas armas não estão sendo utilizadas.
É evidente que passamos por situações difíceis, mas como passamos por elas é que determina quem somos e como estamos usando as armas que foram destinadas para que pudéssemos resistir ao diabo.
Deus não vai perguntar que tipo de carro você costumava dirigir, mas vai perguntar quantas pessoas que necessitavam de ajuda você transportou.
Deus não vai perguntar qual o tamanho da sua casa, mas vai perguntar quantas pessoas você abrigou nela.
Deus não vai fazer perguntas sobre as roupas do seu armário, mas vai perguntar quantas pessoas você ajudou a vestir.
Deus não vai perguntar o montante de seus bens materiais, mas vai perguntar em que medida eles ditaram sua vida.
Deus não vai perguntar qual foi o seu maior salário, mas vai perguntar se você comprometeu o seu caráter para obtê-lo.
Deus não vai perguntar quantas promoções você recebeu, mas vai perguntar de que forma você promoveu outros.
Deus não vai perguntar qual foi o título do cargo que você ocupava, mas vai perguntar se você desempenhou o seu trabalho com o melhor de suas habilidades.
Deus não vai perguntar quantos amigos você teve, mas vai perguntar para quantas pessoas você foi amigo.
Deus não vai perguntar o que você fez para proteger seus direitos, mas vai perguntar o que você fez para garantir os direitos dos outros.
Deus não vai perguntar em que bairro você morou, mas vai perguntar como você tratou seus vizinhos.
E eu me pergunto: que tipo de respostas terei para dar?
Você quer ser feliz por um instante? Vingue-se.
Você quer ser feliz para sempre? Perdoe!
Existem fortalezas em sua vida que precisam ser confrontadas, que precisam ser desafiadas através do nome de Jesus, saia da passividade de viver uma vida miserável e medíocre, o diabo tem prazer em te ver no chão, ele quer te ver debaixo de uma ponte sem nada e sem ninguém.
Sabe, se você tem filhos pode entender melhor isto que vou dizer, creio que não existe ser humano comum que tenha prazer em ver seu filho sofrendo ou passando por uma queda ou se machucando.
Certa vez minha filha teve um problema onde tinha muita dor para fazer xixi, sentia muita dor e chorava olhando pra mim, pedindo para que de alguma forma eu a ajudasse com aquela dor que estava sentindo, foi horrível não poder fazer nada, queria que fosse em mim, tinha vontade de chorar só de ver o sofrimento dela, eu sendo homem senti isso, imagina o que Deus sente te vendo sofrer?
Ele não tem nenhum prazer nisso, em ver você vivendo uma vida de sofrimento e dor.
Pode existir em nossa vida fortalezas do diabo, construídas para impedir que a benção de Deus seja completa em nossas vidas, e essas fortalezas são fruto de um projeto bem elaborado do diabo, para nos prender em suas teias do inferno.
Sabe quando patinamos em determinadas áreas de nossa vida, amarras que não nos deixam caminhar, forças espirituais invisíveis que se levantam contra nossas vidas?
O inferno não gosta de perder aquilo que conquistou, às vezes por gerações, famílias que vivem presas em um espírito de enfermidade, de loucura, de casamentos destruídos entre muitas outras coisas.
Três animais: um pato, um alce e um passarinho estavam na floresta à beira de um rio conversando sobre o que fariam, caso surgisse de repente um leão do meio da mata.
O alce exclamou:
- "Ora, eu posso correr e me esconder de modo que o leão não me pegará!”.
Já o passarinho disse:
- "Eu posso simplesmente bater asas e voar para o alto de uma árvore estando assim a salvo.”
O pato olhou para os dois e falou com ar de deboche:
- “O leão nunca me pegará”. “Eu posso tanto voar, como nadar para o meio do rio ou correr. Não há motivo para preocupação”.
Imediatamente após isso, eis que surge como do nada o leão. Ocorre aquele alvoroço na floresta!
O temido rei das selvas saía para escolher sua presa.
O alce sem demora correu o máximo que suas pernas agüentaram em direção oposta e se salvou.
O passarinho, privilegiado pela habilidade de voar, conseguiu escapar para o alto de uma árvore.
O pato que antes se mostrara tão confiante, ficou pensando:
- "Bem, eu posso voar, correr ou nadar. O que será que eu faço?”
A demora foi tanta em tomar uma decisão que o leão veio e o comeu.
Satanás é descrito na Bíblia como um "leão que ruge procurando a quem devorar", ele se ajusta bem ao leão na ilustração.
Os animais são comparáveis às pessoas em geral e suas respectivas reações face ao perigo.
O ponto em questão é o seguinte, vivemos no linear da substituição desse sistema do mundo, pelo sistema de
Deus e por isso Satanás tenta de todas as formas quebrantar a nossa integridade.
É IMPERATIVO que tomemos uma decisão JÁ. Muitos adiam na mente e no coração, relutam em decidir se continuam no mundo do qual Satanás é governante ou se fogem para a segurança de Deus.
É digno de nota que o "pato" sabia o que deveria fazer.
Mas ele foi pego pelo leão porque demorou a agir.
Muitos também sabem o que devem fazer, pois absorveram conhecimento bíblico para dedicar sua vida a Deus, no entanto não o fazem.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Como ser e permanecer salvo.

Existe no coração de cada ser humano a sensação inconsciente de estar perdido. “Como obter a salvação? E salvação do quê? Para quê?” – são perguntas comuns.
Tome sua Bíblia, faça uma oração e descubra por você mesmo.
1. Quantas pessoas são pecadoras? Romanos 3:23
2. Qual é o salário do pecado? Romanos 6:23; 5:12
3. Como Deus resolveu nosso problema? Romanos 5:8; Isaías 53:6 Note: Você merecia morrer por ser pecador; Jesus não merecia morrer porque nunca pecou; mas Jesus morreu em seu lugar, para que você possa viver. Isto é substituição.
4. Devemos pagar pela salvação ou merecê-la? Efésios 2:8
5. Leia Lucas 19:9 e complete a frase: Um dia Jesus entrou na casa de Zaqueu e afirmou que quem havia entrado era a ...............
6. Se a salvação é Jesus, e Jesus é uma pessoa, o que devemos fazer, então, para ser salvos? João 15:4 e 5
7. Além de Cristo, há algum outro em quem poderíamos encontrar a salvação? Atos 4:12; João 14:14; I Timóteo 2:5-6
8. Qual o primeiro passo para a salvação? Atos 16:31
9. Por que Jesus decidiu morrer por nós? João 3:16Minha Decisão:Em Mateus 11:28, Jesus diz: “Vinde a Mim todos vós que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei.” Decido atender a este convite e ir a Jesus diariamente, a fim de manter uma vida de comunhão com Ele.
Estudo Adicional
Como se permanece em Jesus? Orando diariamente; Lendo e meditando numa passagem bíblica, todos os dias; Contando aos outros do amor de Jesus e do que você está aprendendo na Bíblia; Assistindo aos cultos na igreja; Pensando sempre em Deus.
http://www.curso-biblico.blogspot.com/

terça-feira, 11 de maio de 2010

Agenda Gospel

Agenda: No terceiro sábado do mês (15/05/2010) às 19h, na Igreja Batista Filadélfia em Guarulhos, teremos nosso Culto DEC (veja mapa e endereço, aqui). Compareça! Você é nosso convidado especial. Para outros eventos, visite www.cabanagospel.com.

CD: Multiforme, do ótimo cantor Paulo César Baruk, lançado no final de abril, navega por várias vertentes musicais realmente fazendo juz ao nome. Demonstra, entre outras coisas, a graça de Deus em suas diversas formas, e que alcança a todos sem distinção. Veja o site oficial do Baruk.
Livro: Quando as mães oram, de Cheri Fuller, mostra que Deus nos deu as mães um recurso poderoso para levarmos a Ele todas suas preocupações a respeito de seus filhos — o poder da oração, através das histórias das Anas de nossos dias, mulheres aflitas, mães como você que, amam seus filhos e das coisas maravilhosas que Deus fez em suas vidas através da oração.
Filme: Pendragon – A Herança de um Guerreiro conta a história do jovem, filho do capitão inglês, conhecido como Pendragon, que desde cedo aprendeu com seu pai a defender o povo que Deus os confiou. Depois de sua vila ser atacada por bárbaros saxões, Artos é levado como escravo por seus inimigos. Servindo aos bárbaros, seu desejo de liberdade se intensifica. Ao escapar, ele tem um novo entendimento e fé sobre o plano soberano de Deus, que lhe devolve a esperança. Artos é acolhido por Ambrosius, um obstinado rei que está preparando um exército para deter os invasores saxões. Neste momento, Artos começa sua saga de guerreiro e, em meio aos grandes desafios terá de escolher entre a mulher que ama e o povo para o qual ele foi chamado a defender.

Lição 07 - Escola Dominical

O CUIDADO COM AS OVELHAS
Texto Áureo: Jo. 10.11 -

Leitura Bíblica em Classe: Jr.23.1-4; Jo. 10.1-5.
Pb. José Roberto A. Barbosa

Objetivo: Alertar os obreiros para o cuidado em relação às ovelhas de Cristo, o Bom Pastor, a fim de não serem envergonhados quando se apresentarem perante Ele.INTRODUÇÃOO pastorado moderno se transformou numa profissão. A maioria dos pastores atuais perdeu o senso de vocação. A lição de hoje visa corrigir esse equívoco, e mostrar que, já no tempo de Jeremias, existiam pastores que não apascentavam o rebanho. Em seguida, destacaremos algumas instruções às quais os pastores do Senhor devam atentar na condução das ovelhas. Ao final, apontaremos para Jesus, o Exemplo Maior de um Bom Pastor.1. PASTORES QUE NÃO APASCENTAMNo Antigo Testamento, era o ra’ah, cujo sentido primário é o de “alimentar”, “dar pastagem”. Os pastores são os líderes de modo geral (I Rs. 22.17; Ez. 34.5; 37.24; Zc. 11.16; 13.7). Deus se revela, em Sl. 23.1; 80.1; Is. 40.11; Jr. 31.10, como o pastor de Israel. No Novo Testamento, pastorear vem de poimen, substantivo que significa, como em hebraico, “apascentar, alimentar”. Em Ef. 4.11, os pastores são apresentados como dádivas ministeriais de Cristo para a edificação da igreja. Infelizmente, nem todos os pastores se adequam ao modelo bíblico. Apascentam apenas a si mesmos, não têm qualquer cuidado pelo rebanho. Nestes dias difíceis, o pastorado está sendo confundido com uma profissão. Os pastores exploram as ovelhas, extorquem suas peles a fim de satisfazerem suas ganâncias pessoais. Os pastores de Judá, ao invés de darem o exemplo, tornaram-se falsos líderes (Jr. 23.1,8; 10.21). No tempo de Jeremias, os pastores não conduziram sabiamente o rebanho de Deus. Eles perderam a misericórdia e passaram a explorar as ovelhas. Os líderes, guiados pela idolatria, tornaram-se responsáveis diretos pelo julgamento iminente. O termo pastor, no contexto da passagem, se refere a toda liderança de Judá. Os reis, os sacerdotes e os profetas, todos eles deveriam se portar decentemente perante o povo, ele, no entanto, fizerem um pacto para desobedecer ao Senhor, e pior que isso, justificaram que tudo o que faziam era a vontade Deus. Hoje, do mesmo modo, há pastores que tudo fazem, até mesmo vão de encontro à Palavra de Deus, justificando que estão agindo em prol do “reino de Deus”.2. O CUIDADO COM AS OVELHAS DO SENHORO pastor, de acordo com a própria etimologia da palavra, deve alimentar e proteger as ovelhas. O alimento que verdadeiramente nutre o rebanho é a Palavra de Deus. Infelizmente, os pastores estão substituindo essa refeição saudável por fast foods industrializados. Algumas igrejas evangélicas estão desnutridas, ainda que haja aparência de saúde. Isso porque os pastores não levam mais a palavra para os púlpitos. As mensagens de auto-ajuda, as histórias infundadas e os tristemunhos assumiram a proeminência na igreja. Para que o povo não se ausente da congregação, os pastores estão fazendo concessões. Alguns citam Paulo, dizendo que é preciso se fazer de tolo para ganhar a todos. O Apóstolo dos Gentios, no entanto, nunca abriu mão do genuíno evangelho. Na verdade, opôs-se frontalmente a todo evangelho que não fosse o de Jesus Cristo (Gl. 1.7-9). Os pastores que cuidam das ovelhas do Senhor devem, primordialmente, ter compromisso com a Palavra de Deus. Além disso, é preciso que amem o rebanho do Senhor, saibam, conforme revelou Paulo em Éfeso, que não são donos das ovelhas, por ainda que usem da autoridade, não podem ser autoritários. Um pastor que não ama tende a controlar as ovelhas pela força e, não poucas vezes, a exagerar na dose, supervalorizando o poder em detrimento do amor. O resultado são relacionamentos superficiais, fundamentados no medo e que, não poucas vezes, resultam em abuso espiritual, e não poucas vezes, em doenças psicossomáticas.3. JESUS, O EXEMPLO DE BOM PASTORO pastor vocacionado por Deus segue o exemplo de Cristo, o Bom Pastor (Jo. 10.1-9). Os falsos pastores não entram pela Porta (Cristo), mas sobe por outra parte. O pastor comprometido com a obra é aquele que olha para Cristo, desejando glorifica-lo, fazendo tudo no poder que Ele outorga, pregando Sua doutrina, andando em Seus passos e se esforçando para conduzir os pecadores a Cristo. Os falsos pastores entram no ministério motivados por interesses mundanos e pela auto-exaltação, não pelo desejo de exaltar a Jesus. Esses conseguem arrebanhar uma multidão de incautas, pessoas simples que, por não conhecer a Bíblia, torna-se presa fácil dos seus caprichos. Mas não acontece assim com as ovelhas de Cristo, pois elas ouvem a Sua voz, e, diferentemente dos impostores, não são induzidos ao erro. A mensagem central do pastor de Cristo, não é ele mesmo, pois não depende do marketing pessoal, mas a Cruz de Cristo, sem a qual o evangelho se descaracteriza. Quando alguém encontra um pastor, nos moldes de Jesus, encontra a verdadeira liberdade. Isso porque um pastor segundo Cristo não põe fardos pesados sobre as ovelhas que ele mesmo não é capaz de carregar. Um pastor semelhante a Cristo não folga ao ver a ovelha errante pelo deserto, antes a busca amorosamente a fim de trazê-la ao aprisco.CONCLUSÃOOs pastores são dádivas de Cristo para a edificação da igreja. Mas nem todos os que se dizem pastores o são no sentido bíblico do termo. Um verdadeiro pastor busca, primordialmente, alimentar o rebanho. Os movimentos evangélicos modernos estão descaracterizando esse significado. Por causa disso, nos deparamos, nos dias atuais, com pastores que se ufanam em seus cargos, investem intensamente na auto-exaltação e cuidam apenas dos seus interesses. Diante de desmandos tais, convém, nesses últimos dias, orar para que o Senhor envie obreiros genuínos para a Sua seara, compromissados, sobretudo, com o Evangelho de Cristo.

BIBLIOGRAFIAHARRISON, R. K. Jeremias e Lamentações. São Paulo: Vida Nova, 1980.

LONGMAN III, T. Jeremiah & Lamentations. Peabody, Mass: Hendrickson, 2008.

terça-feira, 4 de maio de 2010

A Soberania e a Autoridade de Deus - Pb. José Roberto A. Barbosa.

Texto Áureo: Rm. 9.21 - Leitura Bíblica em Classe: Jr.18.1-10.
Pb. José Roberto A. Barbosa
Objetivo: Mostrar que Deus, em Sua soberania inquestionável, trata as Suas criaturas como bem lhe aprouve, portanto, devemos aprender a submetermo-nos à Sua perfeita, boa e agradável vontade.
INTRODUÇÃO Na aula de hoje estudaremos a respeito da soberania e autoridade de Deus. Primeiramente, analisaremos a visita de Jeremias à casa do oleiro. Essa visita servirá de instrução para que entendamos a soberania e a vontade de Deus. Ao final, destacaremos a relevância de observamos a vontade de Deus, haja vista ser essa boa, perfeita e agradável.
1. NA CASA DO OLEIRONo capítulo 18, Jeremias recebeu uma instrução do Senhor a partir do trabalho do oleiro no manejo da argila. Essa era uma profissão bastante comum no Oriente Médio, nos tempos do Profeta. Na condução do seu trabalho, o oleiro dispunha de um par de pedra que circulavam atadas num eixo vertical; a inferior era girada pelo pé do oleiro e isto fazia com que a de cima também girasse a argila que estava no meio e recebia sua forma pelas mãos, à medida que a roda girava. Certamente Jeremias deva ter passado na casa do oleiro muitas vezes, mas, nessa ocasião especial, o Senhor lhe daria um ensinamento. O Profeta observou que, com freqüência, surgiam defeitos, fossem eles de forma, tamanho ou firmeza. Quando isto ocorria, o oleiro fazia uma massa informe do pote que estava fazendo e recomeçava sua tarefa, a fim de transformar a matério num recipiente útil. Através daquele ato, Jeremias ficou abismado com a capacidade do oleiro controlar o barro. Sem desistir, ele trabalhava o material até moldá-lo conforme seu intento. O Profeta aprendeu que Deus também tem o controle sobre o seu povo e dirige os destinos de acordo com Seus Planos (Rm. 9.19,20; 11.34). O ensinamento que aprendemos através da visita de Jeremias à casa do oleiro é que Deus também não desiste de nós. Nenhum fracasso em nossas vidas pode ser fatal, ainda que soframos as conseqüências dos pecados. Homens de Deus falharam, tais como Abraão, Moisés, Davi, Jonas e Pedro, mesmo assim, o Senhor os transformou em vasos úteis para a Sua obra.
2. A SOBERANIA E AUTORIDADE DE DEUSDeus está no comando de todas as coisas, pois sustenta todas elas pelo Seu poder. A Confissão de fé de Westminster diz que “Desde toda a eternidade, Deus, pelo muito sábio e santo conselho da sua própria vontade, ordenou livre e inalteravelmente tudo quanto acontece”. A Bíblia confirma esse ensinamento ao ensinar que nenhum dos Seus planos podem ser frustrados (Jo. 42.2), e que Ele pode fazer tudo o que Lhe agrada (Sl. 115.3; 135.6) e que ninguém é capaz de resistir à Sua mão (Dn. 4.35). Tudo se encontra debaixo do Seu comando, os reis da terra (Pv. 21.1; Ap. 19.16); os acontecimentos humanos (Dn. 2,7; 4.17; Is. 55.11), os anjos de Deus (Cl. 1.16; I Rs. 22; Jo. 1.6; 2.1; Ne. 9.6; Ap. 4.18), os anjos rebeldes (Ef. 1.21; Fp. 2.10; Is. 45.22,23; I Rs. 22.19-22), e o próprio Satanás (Jô. 1.6; 2.1; Ap. 20.2). Mas isso não dispensa a doutrina bíblica do livre-arbítrio, pois Deus, soberanamente, permite que o ser humano responda à Sua vontade. Quando a Bíblia trata a respeito da predestinação, aborda-a em seu sentido coletivo, tanto em relação à Israel quanto à igreja (Ef. 1.11-13). Deus pode chamar as pessoas individualmente para o ministério, mas, para a salvação, deixa que elas decidam se querem se arrepender e crer no Filho Unigênito (Lc. 13.3; Jo. 3.16-18; 6.29; 11.40; 12.36). Somente através da fé o ser humano pode experimentar a salvação providenciada por Deus (At. 16.31; 17.30; 20.21), e essa fé, ao contrário do que afirma alguns teólogos, é nossa e não de Deus (Hb. 11.6; Rm. 3.22; 4.11,24; 10.9,14; I Co. 1.21; Gl. 3.22; Ef. 1.16; I Ts. 1.7; 4.14; I Tm. 1.16; Lc. 7.50; Rm. 4.5; Mt. 9.2).

domingo, 21 de março de 2010

BÍBLIA DAKE - Erros

Foram encontradas diversas heresias nos comentários que chocam com as doutrinas bíblicas

Assim que tomou conhecimento dos erros doutrinários contidos na Bíblia de Estudo Dake, editada e distribuída pela CPAD – Casa Publicadora das Assembléias de Deus em parceria com a Editora Atos (SP), o presidente da Convenção Geral, pastor José Wellington Bezerra da Costa convocou os membros do Conselho de Doutrina e da Comissão Apologética para examinarem seus desvios doutrinários.
Foram encontradas diversas heresias nos comentários que chocam com as doutrinas bíblicas

O presidente do Conselho de Doutrina pastor Paulo Roberto Freire da Costa e pastor Esequias Soares da Silva, da Comissão de Apologética e demais membros componentes destes órgãos se reuniram na sede da CGADB, no dia 18 de novembro, juntamente com representantes da Casa e deliberaram sobre o assunto.

Dentre os erros que os comentários apresentam o pastor Esequias Soares, mostrou um exemplo numa das assertivas de Dake: “Um Deus com corpo físico, tangível, com corpo, alma e espírito limitada que não pode ocupar dois lugares ao mesmo tempo, como qualquer ser humano”.

Pastor Esequias, explica que este e outros desvios doutrinários encontrados nestes comentários “são resultantes de interpretações literais de linguagens figuradas nas inúmeras passagens bíblicas das manifestações antropomórficas e momentâneas que Deus fez de si mesmo e das declarações também antropomórficas registradas na Palavra de Deus” O pastor Paulo Freire explicou que não há como suprimir idéias do autor pois “trata-se de um pensamento que norteia todo o texto e não se tratando de casos isolados”

Eles decidiram orientar a editora a suspender imediatamente a venda da Bíblia de Estudo Dake e também que seja feita a recolha das que ainda não foram vendidas.

domingo, 7 de março de 2010

ESCOLA DOMINICAL - 07 DE MARÇO DE 2010

A Defesa da Autoridade Apostólica de Paulo - Pr. Adilson Guilhermel
Publicado em 5 de Março de 2010 as 08:33:58 AM Comente
A DEFESA DA AUTORIDADE APOSTÓLICA DE PAULO

Lição 10 - 07/03/2010
Leitura Bíblica - 2 Co 10.1-8, 17, 18
Texto Bíblico: 2 Co 1.1 Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus,
CARACTERÍSTICAS DE UMA AUTORIDADE CONSTITUÍDA POR DEUS

1. SÓ É AUTORIDADE QUEM DEUS NOMEIA

Os nomeados por Deus devem ter caráter tolerante - 2 Co 10.1 Além disto, eu, Paulo, vos rogo, pela mansidão e benignidade de Cristo, eu que, na verdade, quando presente entre vós, sou humilde, mas ausente, ousado para convosco;
Os nomeados por Deus devem ter ousadia comedida - 2 Co 10.2 Rogo-vos, pois, que, quando estiver presente, não me veja obrigado a usar com confiança da ousadia que espero ter com alguns, que nos julgam, como se andássemos segundo a carne.
Os nomeados por Deus devem militar legitimamente - 2 Co 10.3 Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne.
2. SÓ É AUTORIDADE QUEM DEUS GARANTE

Os garantidos tem estrutura para combater o maligno - 2 Co 10.4 Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas;
Os garantidos tem capacidade para defender a palavra - 2 Co 10.5 Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo;
Os garantidos tem equilíbrio para enfrentar a oposição - 2 Co 10.6 E estando prontos para vingar toda a desobediência, quando for cumprida a vossa obediência.
3. SÓ É AUTORIDADE QUEM DEUS APROVA?

Os aprovados devem ser edificadores espirituais - 2 Co 10.7 Olhais para as coisas segundo a aparência? Se alguém confia de si mesmo que é de Cristo, pense outra vez isto consigo, que, assim como ele é de Cristo, também nós de Cristo somos.
Os aprovados devem ser edificadores credenciados -? 2 Co 10.8 Porque, ainda que eu me glorie mais alguma coisa do nosso poder, o qual o Senhor nos deu para edificação, e não para vossa destruição, não me envergonharei.
Os aprovados devem ser edificadores selecionados - 2 Co 10.18 Porque não é aprovado quem a si mesmo se louva, mas, sim, aquele a quem o Senhor louva.
Elaborado pelo Pastor Adilson Guilhermel

Publicado no site Esboços da EBD

OBJETIVOS DA LIÇÃO
-Conscientizar-se de que sem a autoridade ministerial que recebemos de nosso Senhor Jesus Cristo, jamais conseguiremos desempenhar com eficácia o serviço cristão.
-Compreender que a autoridade espiritual uma vez recebida, deve ser mantida através de uma vida de obediência a Deus e exemplar .

O CONCEITO DE AUTORIDADE

Um dos termos gregos para autoridade é exousia, que conforme VINE (2003, p. 425-426):

"Derivado do significado de 'licença' ou 'permissão', ou a liberdade de fazer como a pessoa quiser, passou as sentido de 'habilidade' ou força com que a pessoa é dotada', e daí, ao significado do 'poder de autoridade', o direito de exercer poder (por exemplo, Mt 9.6; 21.3; 2 Co 10.8); ou ao do 'poder do império ou governo', o poder daquele cuja vontade e ordens devem ser obedecidas pelos outros (por exemplo, Mt 28.18; Jo 17.2; Jd 25; Ap 12.10; 17.13); mais especificamente fala de 'autoridade' apostólica (2 Co 10.8; 13.10) [...]."

O mini dicionário de Houaiss (2001, p. 46) define autoridade:
"1.0 direito de decidir ou de dar ordens;
1.1 pessoa que tem esse direito;
1.2 conhecedor respeitado de um assunto."


Comentário por Sandro Moraes.
A autoridade que Deus concede aos irmãos na terra, é para honra e gloria do Senhor nosso Deus, porém nos dias de hoje, são muitos os que dela usa para se vangloriar e se exaltar, Deus só enviou Jesus para que se cumprisse o plano da salvação aos homens na terra, e nesse plano esta incluso a autoridade que seria então dada a cada um segundo a sua fé, o Apóstolo Paulo sabia que enfrentaria uma grande resistência ao se autodenominar servo de Cristo e que enfrentaria grandes dificuldades ao exercer essa autoridade concedida por Deus, mas mesmo assim permaneceu firme e fiel, e a palavra confirma em Isaías 43 : 2 - Quando passares pelas águas estarei contigo, e quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. Assim Paulo demonstrou a todos os que estavam em corinto a defesa de sua autoridade espiritual, que inclusive o manteve firme na obra. Nos dias de hoje precisamos ter cuidado ao detectar esses homens chamados servos do Senhor, pois pelas suas obras será evidente a percepção se a autoridade e ou não de Deus, então assim serviremos a igreja de Cristo e não a do homem, como muitos buscam, Obreiros que esperam ser aprovados somente pela classe social a que pertence, ou porque contribui com a ações na igreja, ou que são familiares de lideres, ou os chamados puxa sacos de ministério, esses têm “vida curta”, na autoridade pois ela não vem de Deus e sim do homem e esta autoridade e passageira, e aquele que espera no Senhor , este a autoridade será permanente até que Deus determine o tempo, e a este essa autoridade chega, cedo ou mais tarde ela chega e não tem homem no mundo que pode impedir, pode as vezes retardar um pouco mas nunca impedir.
A autoridade que Deus concede aos seus, também deve ser usada de maneira correta, porque Ele espera isso de seus servos, são diversas formas de se utilizar a autoridade espiritual que Deus nos concede:
- Na vida, quando somos lideres em grupos de pessoas. (Deuteronômio 30 : 20)
- Na política, quando estamos em cargos eletivos e devemos ser exemplos na conduta e moral.
- Na família, sendo a estrutura e base para firmar e consolidar uma família com conceitos espirituais segundo a palavra de Deus. (Gênesis 12 : 3)
- Na igreja, sendo de um simples mas necessário colaborador, até o pastor, este sendo incorruptível em todos os aspectos. (João 10 : 11)
- Na vida espiritual onde devemos enfrentar os ataques do inimigo com a autoridade que Deus nos concedeu, sem permitir que o mal prevaleça. (I Pedro 2 : 5)

Assim temos a certeza de que estando em nós a autoridade de Jesus Cristo nosso Senhor, estaremos resguardados e preparados para qualquer situação, vindo a prova, vindo a benção o crente tem que estar na autoridade para poder testemunhar que Cristo é vivo e nEle esta todo o Poder e a Gloria, sem o qual não seremos nada e nem teremos nenhuma autoridade.

“2 Co 10.4 - Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas;”

segunda-feira, 1 de março de 2010

Escoal Dominical - O Principio Biblico da Generosidade.

O principo Biblico da Generosidade, nos ensinou neste domingo, que não se faz a obra de Deus, sem ser generoso.
Muitos dizem fazer a obra, porém poucos utilizam a generosidade nos atos quanto aos seus irmãos, a Biblia trata a palavra "Caridade" onde se poderia utilizar a palavra "Amor", isso porque Deus entende que para haver amor tem que ter caridade e generosidade, porque a palavra de Deus em I João 4:21 - tras um mandamento: "quem ama a Deus, ame tambem seu irmão".
Amar seu irmão é desejar-lhe boas coisas, é estender a mão aos necessitados, é doar-se espontaneamente, é dar com a mão direita, sem que a esquerda saiba e também dizimar com alegria aquilo que Deus tem te dado para o seu sustento e de sua familia.
Nos dias de hoje, muito raramente se vê generosidade num mundo egoista, onde cada pessoa está mais preocupada com sigo mesmo, e não é capaz de observar a sua volta, onde pode-se encontrar um necessitado precisando de ajuda.
Jesus disse:"Eu vim para servir e não ser servido", o Deus todo poderoso revestido da humanidade em Jesus Cristo, veio para servir ao homem, para que ele possa ser salvo, este é o grande exemplo da generosidade, pois quantos hoje que estão no poder, só para ser servido, repare irmãos que no reino do homem, quanto mais alto a posição mais quer ser servido, e no Reino de Deus, quanto mais alto a posição mais se quer servir; sirva o Reino de Deus e seja revestido da Gloria dEle.
Que Deus possa nos manter firmes na fé e generosos para com todos...
Que a Paz do Senhor esteja com todos.

Sandro Moraes.


Abaixo os links para voce assistir os videos do Evangelista Luiz Henrique

http://www.youtube.com/watch?v=9oaEsc0RX



quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Aniverssário do pastor Alberto Resende.


Nesta quarta feira, estivemos no aniversário do pastor Alberto Resende de Oliveira presidente da Assembleia de Deus Ministério Belem de Várzea Paulista.
Pastor Alberto fez questão de abraçar um por um, os presentes no evento e comentou, "para mim o melhor presente e a presença de todos os amigos".
Resende tem se destacado na região por dirigir com sabedoria e transparência o campo de Várzea Paulista que hoje possui mais de 50 igrejas, mais de 7 mil membros e mais de 50 missionários enviados para evangelizar outros estados e países, sendo o Peru o país de maior concentração de missionários mantidos pela igreja.
Além de ampliar sempre a obra, Alberto Resende também se destaca por permitir e fazer questão do ensinamento na igreja através do Instituto Luis Almeida, onde varios cursos tem possibilitado os irmãos a ampliarem seus conhecimentos sobre a palavra de Deus, tendo cursos para obreiros, Escola Dominical, Curso Médio em Teologia entre outros.
Veja mais fotos na Galeria de Fotos do Blog clicando no link na coluna ao lado.
(Foto e Matéria por Sandro Moraes)

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Lições Bíblicas - 1º Trimestre de 2010.

Lições Bíblicas
Mestre Jovens e Adultos
1º Trimestre de 2010
A cada trimestre, um reforço espiritual para aqueles que desejam edificar suas vidas na Palavra de Deus.No 1º trimestre de 2010, estaremos estudando o tema 2ª Coríntios - “Eu, de muito boa vontade, gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas.”Comentarista: Pastor Elienai Cabral
SUMÁRIO DA LIÇÃO:
1- A Defesa do apostolado de Paulo - (Professor: Pr. Alberto Resende - Todos - Sede)
2- O Consolo de Deus em meio à aflição - (Professor: Sandro Moraes - Irmãos - Sede)
3- A Glória do ministério Cristão
4- A Glória das duas alianças
5- Tesouro em vasos de barro
6- O Ministério da reconciliação
7- Paulo, um modelo de líder servidor
8- Exortação à santificação
9- O Princípio biblico da generosidade
10- A Defesa da autoridade apostólica de Paulo
11- Caraterísticas de um autêntico líder
12- Visões e revelações do Senhor
13- Solenes advertências pastorais

Comentário:
Começa mais um trimestre de aulas na escola dominical, assim esperamos poder compartilhar de mais sabedoria com os irmãos, sobre esse titulo tão bem escolhido, "2º Coríntios' - (Eu de muito boa vontade gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas), Podemos afirmar que o Apostulo Paulo é uma referencia biblica em prudencia no evangelho de Cristo, onde este homem guiado pelo Espirito Santo de Deus pode relatar grandes ensinamentos aos fiéis e demosntração de fidelidade ao evangelho.
Bom que Deus continue nos orientando e dando sabedoria para juntos compartilharmos deste trimestre da escola dominical. Amém.
(Sandro Moraes)

Davi um homem segundo o coração de Deus - Conclusão.

Um Homem segundo o coração de Deus.
Após os estudo sobre a vida e reinado de Davi, no ultimo trimestre da escola dominical, podemos perceber e amadurecer o bastante, com tais ensinamentos e experiências relatadas, aprendemos o que Deus pretendia nos deixar como ensinamento nesta passagem.
Se eu fosse resumir toda a passagem em um tema resumiria em " Ser um homem que cumpre os mandamentos de Deus e torna-se solidário e humilde".
Bom claro que Davi tinha um reinado em suas mãos, mas você já parou para pensar que foi também colocado em nossas mãos um reinado?
Claro que sim, se você é casado e tem família, esta família depende de você, lógico que em tuas mãos foi colocado um reino, ou se você tem um ministério na casa de Deus você tem outro reino em sua mãos, pois bem com o aprendizado que eu tive neste trimestre eu chego a conclusão que somos “rei” de algum reinado que Deus me concedeu, portanto tenho que saber tomar decisões, respeitar os limites, seguir os mandamentos de Deus, se errar, saber reconhecer e confessar meus erros, saber servir ao reino de Deus sendo um homem solidário e prestativo e enfim ter humildade em todos meus atos, o Apóstolo São Paulo escreveu aos Filipenses 4:12 – “Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade”.
Um homem segundo o coração de Deus tem que saber estar na benção ou na prova, sempre estando em comunhão e na presença de Jesus Cristo, pois no dias de hoje temos uma certa dificuldade em encontrar homens com tais propósitos, sendo que a soberba muitas vezes tira a concentração espiritual do homem, em Provérbios encontramos o seguinte texto: “Em vindo a soberba, virá também a afronta; mas com os humildes está a sabedoria”. (Provérbios 11 : 2).
Assim é notório o cuidado que temos que tomar para estarmos na verdadeira vontade de Deus, precisamos medir o que fazemos, falamos e damos como exemplos.
Que Deus possa continuar permitindo que o Espírito Santo nos oriente e nos de sabedoria para seguirmos adiante. Amem.

sábado, 24 de outubro de 2009

DAVI E O TEMPO DE DEUS EM SUA VIDA.

Lição 04
Texto Áureo: I Sm. 24.6 - Leitura Bíblica em Classe: I Sm. 24.4-8
Objetivo: Mostrar que mesmo estando ungido a mando do Senhor para ser o rei, Davi soube esperar o tempo de Deus para ocupar o trono de Israel.
INTRODUÇÃO: Na lição de hoje veremos que Davi, mesmo tendo sido ungido rei e sob as ameaças de Saul, não perdeu a esperança no Senhor. Antes esperou, com paciência, a concretização do tempo de Deus em sua vida. Destacaremos, ainda nesta aula, a importância do cristão não se deixar levar pelas circunstâncias e a aprender a confiar no Senhor. Mesmo nas situações adversas, aprenderemos que Deus está no controle de tudo, portanto, temos motivos para esperar pelo tempo de Deus.1.
AS AMEAÇAS DE SAULO capítulo 24 de I Samuel nos apresenta um vislumbre do relacionamento crítico entre Davi e Saul. Lemos, inicialmente, que Saul perseguia e ameaçava Davi de morte a todo instante. Davi, por outro lado, mesmo tendo oportunidade, não intenta contra a vida do rei, considerando ser esse um “ungido do Senhor”. O autor do texto diz que, em certa ocasião, Davi se dirigiu a Saul, enquanto esse repousava, como se fosse matá-lo, mas em obediência ao Senhor e respeito ao rei, cortou apenas a orla do manto de Saul. Esse pedaço de tecido serviria de demonstração da vantagem que Davi teve para pôr fim à vida do rei. Mas ao invés disso, preferiu poupar-lhe, chamando-o mesmo de pai (I Sm. 24.11). Com essa atitude Davi quis mostrar a Saul que esse estava errado ao tentar matá-lo. Ao invés de agir pelo ódio, com espírito de vingança, Davi opta pela graça e a misericórdia. Ele se nega a agir a partir dos mesmos princípios que o rei. Depois desse episódio, Saul, por algum momento, ainda que tomado pela emoção, demonstra remorso das suas ameaças e tentativas de morte dirigidas a Davi (I Sm. 24.11). Saul é um modelo de alguém que não se deixa levar facilmente pelas emoções, que demonstra equilíbrio diante das situações adversas. Quando as pessoas agem desse modo, predomina sobre elas o espírito de retaliação, por conseguinte, têm dificuldade para liberar graça e perdão. Os cristãos são chamados a agir como Davi, exercitando o perdão, e, mesmo diante dos inimigos, responderem ao mal com o bem (I Sm. 24.7; Mt. 5.44; Rm. 12.14,19).2.
DAVI ESPERA O TEMPO DE DEUS Mesmo ungido rei, demorou muito tempo até que Davi assumisse o trono de Israel. O tempo de espera, no entanto, não foi de tranqüilidade. Devido as perseguições de Saul (I Sm. 18.6-9), Davi precisou se refugiar várias vezes. Para não ser morto por Saul, esteve na escola profética de Samuel em Rama e residiu na casa dos profetas (I Sm. 19.18-20). Nessa ocasião, Davi abriu seu coração para o velho Samuel e declarou tudo quanto Saul estava lhe fazendo (I Sm. 19.18). Esse período na escola profética trouxe refrigério espiritual para Davi durante aqueles tempos de angústia. Davi também encontrou refúgio na casa do sacerdote Aimeleque, ainda que a família desse sacerdote tenha sido praticamente eliminada por causa dessa ajuda (I Sm. 21.1-9; 22.6-22). Em um dos momentos mais difíceis, Davi foi obrigado a procurar abrigo no território do inimigo (I Sm. 21.10-15; 27.1-7). Após ser descoberto pelos filisteus, que eram incitados por Saul para destruí-lo, fugiu para e escondeu-se na caverna de Adulão. Naquele local ele recebeu o conforto de sua familiar e pode revigorar-se para seguir adiante (I Sm. 22.1). Mesmo assim, a situação de Davi, diante de todas as perseguições e dificuldades, poderia levá-lo a desacreditar nas promessas de Deus. Ao invés do trono prometido, Davi somente via lutas, perseguições e dificuldades. Como José na prisão egípcia, Davi não se deixou controlar pelas circunstâncias, preferiu confiar na Palavra de Deus, e esperar com paciência pelo Senhor (Sl. 40). Isso porque tinha consciência de que Deus tinha um plano em sua vida e que Ele – ao Seu tempo - haveria de executá-lo (I Sm. 22.3).3.
ESPERE O TEMPO DO SENHOR Os crentes em Jesus devem aprender com Davi, e tantos outros heróis da fé, a esperar com paciência o tempo de Deus para a execução de Seus desígnios. Ao invés de tomar decisões precipitadas, Davi permaneceu na presença de Deus (II Sm. 7.18). No Senhor estava a sua confiança, por isso, depositava sobre Ele os ditames das sua vida (Sl. 25.5), para obter auxílio ou proteção (Sl. 33.20), para ter vitórias sobre seus inimigos (Sl. 37.7,9,34; 52.9), para alcançar segurança em perigos iminentes (Sl. 40.1; 59.9), para encontrar refúgio quando traído ou oprimido (Sl. 62.1,5) e o perdão amoroso de Deus quando pecava (Sl. 130.5,6). Esperar é um teste de submissão para qualquer cristão, é uma demonstração de confiança em Deus. Mas é antes de tudo uma escola de aprendizado, pois na medida em que esperamos no Senhor, temos tempo para reconhecer Sua grandeza, a amadurecer na fé, a ter convicção nas coisas invisíveis (Hb. 11.1), haja vista que sem fé é impossível agradar a Deus (Hb. 11.6). Sábias as palavras do salmista quando diz: “Espera no Senhor, anima-te, e ele fortalecerá o teu coração; espera, pois, no Senhor” (Sl. 27.14). Mesmo que a realidade tangível pareça ir de encontro às promessas de Deus, devemos continuar ouvindo a Palavra, pois a fé vem pelo ouvir, e ouvir a Palavra de Deus (Rm. 10.17). Ainda que perseguições, dificuldades e provações tentem nos assolar e o desespero queira sobrepujar a esperança, somos desafiados a direcionar palavras de encorajamento à própria alma, dizendo: “Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei pela salvação da sua face” (Sl. 42.5,11).
CONCLUSÃO Deus está no controle de todas as situações, Ele não nos abandonou ao acaso. Essa percepção tem sido ofuscada pelo pensamento moderno acostumado a viver no tempo- kronos, isto é, pela compulsão frenética da vida que nos impulsiona a agir, de preferência o mais rápido possível, afinal, para muito "tempo é dinheiro". Há aqueles que, como Saul, têm medo de ficar para trás, por isso, querem tirar todo proveito do tempo-kronos. O cristão, como Davi, sabe que Deus está para além do tempo-kronos (Sl. 90.4). E guiado por essa verdade, pode descansar, confiar no cumprimento exato das promessas divinas, a depender da execução da Sua vontade no tempo-kairós que Ele mesmo estabeleceu. Vivendo nessa dimensão é possível esperar com paciência no Senhor, e a permitir que Ele dirija, pelo Seu Espírito, todos os passos da existência.
BIBLIOGRAFIABALDWIN, J. G. I e II Samuel: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 2008.SWINDOLL, C. R. Davi. São Paulo: Mundo Cristão, 2009. Postado por subsídioEBD às 1:42 PM
Comentário:
Entendo que Deus tem operado maravilhas na vida da igreja e na minha vida, as obras que tenho feito, Deus será o recompensador, devemos confiar nele e esperar que no tempo dele as coisas se manifeste, pois a igreja de qual a Biblia relata não é a igreja do homem mas sim a Igreja de Cristo, e nesta, Deus é quem decide e determina o tempo de as coisas acontecerem e a quem garda as palavras de Deus, este sim será lembrado no reino dos céus, pois o proprio Jesus nos disse no Evangelho segundo escreveu João 14:12 "Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai". Amém...
(Sandro Moraes)

Pastor Alberto Resende - Completa mais um ano de vida em Cristo Jesus.

Pastor Alberto Resende - Completa mais um ano de vida em Cristo Jesus.
O Pasor Alberto Rezende completa mais um aniversário e nesta quarta feira, recebeu num jantar na igreja sede, Familiares, Autoridades, Pastores, Diaconos, Dirigentes e Obreiros de Várzea Paulista, onde numa confraternização pode receber os abraços e carinhos de todos e nesta sexta feira dia 19 de fevereiro as 19:30 hrs, será realizado um grande culto de ação de graças na igreja sede.

Pastor João Acioli no meu batismo...

Pastor João Acioli no meu batismo...
Pastor João Acioli, tem sido uma benção para a obra do Senhor, trabalhando muito para que o evangelho possa se propagar e assim atingindo as almas perdidas que Deus deseja que se salvem...